Posts de Setembro, 2009

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Thank you for voting!

Setembro 25, 2009

Rio de Janeiro

Dear friends, on October 2 we will know the City which will win the right to host the 2016 Olympic Summer Games.

As you may also Know, the Candidates are Rio de Janeiro, Chicago, Tokyo and Madrid.Rio, view from Niteroi

As we are counting the days for the official announcement, I ask you please to check out these 4 websites below and SUPPORT the Brazilian city.

Thanks for voting!
Good luck Rio.

Games Bids: http://www.gamesbids.com/eng/app/poll (box on the left side)

Inside the Games: http://www.insidethegames.biz (below, box on the right side)

Reuters: http://blogs.reuters.com/japan/2009/09/03/the-2016-gold

More than the Games: http://www.morethanthegames.co.uk/(below, box on the right side)

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Blood bag / Bolsa de sangue

Setembro 15, 2009

“Preserving rivers is to guarantee the continuousness of life.”

“Preservar as bacias hidrográficas é garantir a continuidade da vida.”

adsoftheworld.com 

Advertising Agency: Kaapora, Florianópolis, Brazil
Creative Directors: Felipe Rosito, Maurício Carpena
Art Director: Fábio Castro
Copywriter: Guilherme Carvalho
Published: August 2009

Source: AdsoftheWorld.com

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Campanha ‘Clean up the World’ 2009

Setembro 15, 2009

O Projeto Limpeza Na Praia (Instituto Aqualung) acontece desde 2003, e consiste em realizar a educação ambiental e limpeza em locais mais populosos, tais como: praias, rios, lagos, e lagoas.

clean up the world

O foco é atuar na retirada do microlixo (como cigarro – item mais encontrado em todo o mundo, segundo a ONU/UNEP; tampinhas; canudinhos; palitos de camarões e queijo coalho; papel laminado de sanduíches naturais), pois esses materiais só são retirados da natureza manualmente.

Clean Up The World / Dia Mundial de Limpeza 2009 acontece dia 19 de Setembro (Sábado) em inúmeras praias de todo o Rio de Janeiro e outras cidades de todo o Brasil.

Sources/Fontes:  Instituto Aqualung e Clean Up The World.

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Não é proibido proibir

Setembro 9, 2009

(por Zuenir Ventura)

Embora sejam evidentes em cidades como São Paulo, Nova York e Paris os efeitos benéficos da lei que prevê punição para quem dirige após beber e da que não permite fumar em ambientes coletivos fechados, há quem recorra ao fantasma da ameaça totalitária e ao princípio da liberdade de escolha para combater no Brasil as duas iniciativas. Em São Paulo, no entanto, um mês depois da adoção das restrições antifumo, uma pesquisa indica que o ar nas casas noturnas passou de “contaminado” para “ideal”, como consequência da drástica redução de monóxido de carbono. Por outro lado, em seis meses de retomada da Operação Lei Seca no Rio, o número de vítimas de acidentes automobilísticos diminuiu em mais de dois mil, em comparação com o ano passado.

every human has rights

Os que combatem as medidas restritivas alegam que uma é inconstitucional, a do cigarro, e que a outra, a da bebida, está com os dias contados, pela dificuldade que a polícia tem de provar que alguém bebeu além de conta, já que ninguém é obrigado a se submeter ao bafômetro, ou seja, a produzir provas contra si mesmo. No caso da lei antifumo, há um fato curioso: enquanto a maioria dos paulistas a apoia, o governo federal se divide. O Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer estão a favor da medida que o governo de Serra inaugurou e que o de Cabral em boa hora imitou; já a Advocacia Geral da União emitiu um parecer contra, sustentando que a legislação estadual não pode se contrapor à federal, que permite o fumo em ambientes fechados. Cabe ao país escolher entre o leguleio da AGU e a realidade apontada pelo Inca: o fumo mata por ano cerca de 200 mil pessoas, cinco vezes mais que os homicídios.

Os argumentos contrários às medidas se baseiam nos supostos prejuízos que elas acarretariam a bares, restaurantes e boates, mas também em fundamentos de ordem ideológica, como a alegação de que se trata de uma indevida intromissão do Estado na vida privada dos cidadãos. É uma espécie de anarco-liberalismo que junta o é proibido proibir dos rebeldes dos anos 60 com o liberou geral dos neoliberais, esquecendo que, se até os bancos precisaram do socorro do Estado na hora do aperto, imagine nós, desprotegidos consumidores, entregues à sedução da publicidade e à ganância do mercado, que só visa ao lucro.

A verdade é que nesses tempos de permissividade certas práticas precisam ser impostas, como o uso de cinto de segurança, e outras, proibidas, como celular ao volante, remédios falsificados, comidas estragadas, telhado de amianto. Não custa lembrar que o sanitarista Oswaldo Cruz pode não ter tido razão nos métodos truculentos empregados na primeira campanha de vacinação contra a varíola, o que provocou a Revolta da Vacina, em 1904. Mas estava certo ao tornar a imunização obrigatória.

Fonte: texto publicado no Globo de hoje (09.09.09).

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Lei antifumo: tendência do mundo moderno

Setembro 1, 2009

woman and little boy

Em 90 dias, os fumantes cariocas terão que se adaptar à lei antifumo, que proíbe o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto, derivado ou não do tabaco, em ambientes de uso coletivo. A nova legislação também estabelece normas de proteção à saúde e de responsabilidade por dano ao consumidor para criação de ambientes de uso livres de tabaco.

De acordo com o governador Sérgio Cabral, que sancionou a lei na última terça-feira (18/8), a medida é flexível e garante a saúde e o bem-estar da população do Estado do Rio de Janeiro. Para ele, a nova lei antifumo é uma tendência do mundo atual e moderno que deve ser seguida por todos.

- A lei permite que os tabagistas fumem na rua e do lado de fora de barzinhos. Na parte interna, o consumo de cigarros é absolutamente inconveniente. O fumante acaba ficando sem regra, fumando em qualquer lugar. Essa lei é uma regra de saúde coletiva. O país precisa avançar muito em questões de valores e comportamento – afirmou Cabral.

Segundo o decreto, o proprietário ou responsável pelo estabelecimento ou pelo meio de transporte coletivo em que ocorrer a infração está sujeito à pena de multa, entre 1.548,63 UFIRs e 15.486,27 UFIRs.

 

Veja como é a lei antifumo em outros países 

 

Foi nos Estados Unidos que as restrições ao cigarro começaram a ganhar força. Em 1994, a Califórnia proibiu o fumo em locais de trabalho. Em 1996, a proibição chegou aos bares e restaurantes, e a até seis metros de distância destes lugares.

E na Califórnia é proibido fumar até em algumas praias e parques.

Cada estado tem sua própria lei anti fumo. Em Nova York, desde 2003 a lei determina que os bares e restaurantes reservem no máximo 25% das áreas externas aos fumantes.

Mas em muitos lugares o tabaco não é permitido nem nas varandas abertas.

man

Na Grã-Bretanha, desde o começo de 2007, o fumo é totalmente proibido em locais fechados, não importa se o estabelecimento é público ou privado. Não dá para fumar e ponto final. A lei vale inclusive para os tradicionais pubs. No inverno ou no verão, o jeito é fumar do lado de fora.

A República da Irlanda adotou uma lei parecida.

Em Israel, desde 2007, bares, cafés, restaurantes e shoppings são considerados locais livres de fumo por lei, com a aplicação de multas pesadas para quem desobedecer.

Mas na Cisjordânia é um pouco diferente, principalmente nas grandes cidades como em Ramallah ou em Belém, onde o fumo é totalmente liberado mesmo em recintos fechados como um restaurante, onde as pessoas podem ficar à vontade para fumar cigarro ou narguilé.

Japão: os japoneses fumam muito, principalmente os homens. O governo demorou, mas quando decidiu agir foi rigoroso. Com exceção dos bares e restaurantes, onde a lei é mais flexível, é proibido fumar em lugares fechados, em algumas cidades, inclusive na rua.

Num fumódromo a céu aberto, se alguém acender um cigarro fora do perímetro permitido pode ser multado: o equivalente a R$ 50,00, cada vez que desrespeitar a lei.

Argentina: o argentino é chegado a um cigarro. Um em cada três fuma. Não existe uma lei nacional para proibir o cigarro em lugares públicos, nem a propaganda. Algumas províncias e cidades criaram suas próprias leis, que deram certo.

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Em Buenos Aires, a lei antifumo entrou em vigor há dois meses e não pegou. Inicialmente pretendia proibir o cigarro em prédios públicos e pequenos restaurantes. Mas como a legislação ainda precisa ser regulamentada para prever multas, ninguém respeita.

França: a proibição de fumar em locais públicos entrou em vigor na França em fevereiro de 2007, mas bares, restaurantes, tabacarias e discotecas obtiveram um prazo suplementar, até janeiro de 2008, para se adaptar à lei antifumo. 

Fontes: Subsecretaria de Comunicação Social do Governo do Estado do Rio de Janeiro e G1 (a e b).